1968 – Artilharia isolada de Tupãzinho e outro vice

Após o vice-campeonato em sua primeira participação na Libertadores (1961), o Palmeiras ressurge na 9º edição da competição mostrando sua força mais uma vez. Vencendo 11 das 15 partidas disputadas, o certame só não foi melhor para o Verdão porque, novamente, a equipe ficou com a segunda posição na classificação final.

Dando prioridade à Libertadores naquele ano, o Palmeiras era um forte candidato ao título. No entanto, a saída repentina do treinador Mário Travaglini, em pleno campeonato, traria consequências que poderiam culminar na eliminação precoce do time. O clima caótico logo foi superado porque Julinho Botelho, então técnico das categorias de base, assumiu interinamente a vaga deixada por Travaglini e segurou as pontas até a chegada do argentino Alfredo González.

González, artilheiro do Palmeiras nos anos 40, era um velho conhecido da torcida. Já experiente como treinador — comandou o Sporting (POR), por duas temporadas, e o Bangu-RJ antes do Palmeiras –, o argentino arrumou a casa e conseguiu levar o time até a final. E apesar de não evitar o deslize na decisão, o treinador foi imprescindível para que seu time escapasse do rebaixamento no Campeonato Paulista, competição na qual o Verdão havia disputado boa parte dos jogos com o time reserva. Mesmo perdendo a final da Libertadores para o Estudiantes (ARG), o Palmeiras ganhou uma notável condecoração: a artilharia isolada do campeonato com o atacante Tupãzinho, autor de 11 gols naquela edição.

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