Campeões da Libertadores 62 acreditam no Tri

Quem já conquistou dois títulos Mundiais e da Libertadores, seis brasileiros e sete paulistas tem vasta experiência para opinar sobre como um time de futebol tem mais chances de conseguir uma vitória dentro de campo.

E foi isso que Coutinho e Mengálvio fizeram. Companheiros da era de Pelé, Pepe e Cia, os ex-jogadores deram uma receita para o Santos FC atual enfrentar o Peñarol nesta quarta (15), no Uruguai. E os ingredientes necessários para o tri da Libertadores são raça, calma e inteligência.

“Eu estava falando outro dia com o Coutinho sobre como a técnica prevalece, mas tem jogo que ela fica um pouco de lado. Não que acabe a técnica, mas tem que ter um futebol pesado. O atleta, além de ser técnico, tem que ser jogador para qualquer tipo de jogo”, analisou Mengálvio.

Era dessa maneira que o time dele entrava em campo e é isso que o antigo meia acredita que o Peixe tem como objetivo. “Na minha época existia isso, de ser jogador para qualquer ocasião. Eu acredito que o Santos está com essa cara agora, não 100%, mas buscando isso”.

Já Coutinho, conhecido por sua calma antes das partidas da época em que jogava, preza que o time entre em campo com a cabeça tranquila. “Para mim, todo jogo era igual, eu achava que tinha que entrar em campo, mostrar um bom futebol e tentar vencer. Acredito que a equipe deve mostrar uma frieza, porque o Peñarol virá bravo, forte, chegando junto, como eles sempre são”, disse.

O ex-atacante ainda ressaltou que a pior parte da Libertadores já aconteceu. “A situação pior o Santos já passou. Precisava vencer três partidas seguidas e venceu. Agora é a decisão, por a cabeça no lugar e mostrar o futebol bonito que eles têm. Se a gente usar a cabeça e a inteligência, acho que chegamos à vitória até com facilidade”, projetou.

Música – 9 Ghosts I – Nine Inch Nails

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